Se você pilota — seja no vai-e-vem da cidade, em viagens longas ou em curvas de fim de semana — a jaqueta é o epicentro do seu equipamento. Ela comunica estilo, claro, mas, acima de tudo, protege. A boa notícia é que hoje existem modelos para cada clima, tipo de uso e orçamento, com tecnologias que há poucos anos estavam restritas às pistas. Este guia definitivo explica, de forma prática e completa, como escolher a jaqueta de motoqueiro masculina ideal: o que observar em segurança e certificações, materiais, ajuste, ventilação, impermeabilização, ergonomia, compatibilidade com airbag, além de marcas em alta e um check-list de compra e manutenção. No final, você terá confiança para decidir certo — e rodar melhor.
1) Segurança primeiro: entenda as normas e proteções (sem mistério)

Antes de cor, estilo ou marca, vem a parte técnica que interessa: proteção. Na Europa (e cada vez mais no mundo todo), as jaquetas seguem a norma EN 17092, que classifica a peça por níveis de desempenho (A, AA, AAA, além de classes B/C). De modo simplificado:
- AAA: nível mais alto de proteção geral (típico de uso esportivo/alta performance).
- AA: excelente proteção para estrada/touring e uso misto.
- A: proteção adequada para uso urbano/velocidades mais baixas.
- B: foca em abrasão, mas não inclui protetores de impacto — é para usar com protetores (ombro/cotovelo) certificados separados.
- C: voltada a “camadas” de protetores (ex.: coletes/armaduras) para impact protection dedicada.
Essas classes verificam principalmente resistência à abrasão, ao rasgo e costuras; a absorção de impacto é tratada por outra família de normas: EN 1621. Para simplificar:
- EN 1621-1: protetores de membros (ombros e cotovelos nas jaquetas).
- EN 1621-2: coluna (protetor dorsal).
- EN 1621-3: peitoral (quando a jaqueta tem bolso/encaixe na frente).
Cada protetor pode ser Nível 1 (bom) ou Nível 2 (melhor, transmite menos força). Se a sua jaqueta vier com protetores Nível 1, muitas vezes vale fazer upgrade para Nível 2.
- Proteção total: protetores removíveis de 4 peças e 1 almofada de EVA removível na parte traseira, que pode ajudá-lo a evitar perigos ao pedalar. Certifique-se de permanecer seguro ao pedalar o tempo todo
- 100% à prova d’água, resistente à abrasão e à prova de vento. Tecido Oxford 600D de alto desempenho. O tecido da camada à prova d’água entre o tecido Oxford 600D e a malha respirável é feito de tecido à prova d’água e permeável à umidade. Mesmo que você ande na chuva forte, você ainda pode ficar 100% seco sob esta jaqueta. Existem 7 bolsos para guardar itens
- Jaqueta de motocicleta para todas as estações: contém forro térmico removível, você pode usar em clima frio ou quente. O forro adota tecido de malha de poliéster elástico, respirável e confortável. Adequado para primavera, verão, outono, inverno
- Design ergonômico de flexão e dobramento no cotovelo e ombro, conforma a curvatura natural, pilotagem confortável. Punho ajustável, gola, bainha, melhora a amplitude de ajuste e conforto. Almofada de proteção contra protuberância nas costas, ombro, cintura e peito, fornece um bom amortecedor e suporte
- Design refletivo noturno: jaqueta com faixa refletiva de alta visibilidade na frente, costas e braços. Segurança aprimorada ao andar à noite. Reduz o risco de andar de motocicleta à noite
Como ler a etiqueta? Procure algo como “EN 17092 Classe AA” na própria jaqueta e, nos protetores, gravações do tipo “EN 1621-1 Level 2”. Se a etiqueta mencionar Classe B, entenda: você precisa adicionar protetores de impacto para ter um conjunto minimamente completo.
Atalho prático: se a jaqueta não informa claramente a classe EN 17092 e não traz protetores certificados destacando EN 1621 com o nível, pense duas vezes antes de comprar. A norma existe justamente para separar “roupa que parece técnica” de equipamento que realmente protege.
2) Materiais e construção: couro, têxtil, mesh, aramida… o que escolher?
A matéria-prima define grande parte do conforto e da proteção:
- Couro (bovino, ou canguru em modelos top)
- Prós: altíssima resistência à abrasão, estética atemporal, molda no corpo com o tempo.
- Contras: mais pesado, exige cuidado, ventila menos; em chuva precisa tratamento ou membrana.
- Use quando: busca máxima proteção para estrada/esporte e uma jaqueta para “a vida toda”.
- Têxteis técnicos (poliéster/nylon de alta denier, Cordura®, poliamida)
- Prós: versátil, leve, aceita membranas impermeáveis (Gore-Tex®, Drystar™, D-Dry®, Hydratex®), forros térmicos removíveis e painéis de ventilação; excelente custo/benefício.
- Contras: proteção à abrasão varia muito conforme o tecido/gramatura e a qualidade das costuras.
- Mesh (telas ventiladas)
- Prós: fluxo de ar máximo — insubstituível no calor.
- Contras: proteção contra abrasão depende dos reforços (ombro/cotovelo) e de painéis em tecido mais robusto; idealmente Classe A com bons protetores, ou mesh híbrida com painéis AA.
- Fibras de alta performance (aramida/Kevlar®, UHMWPE/Dyneema®, SuperFabric®)
- Prós: reforços estratégicos elevam muito a resistência em quedas.
- Contras: encarecem; examine onde estão aplicados (ombros, cotovelos, costas, laterais).
Além do tecido externo, verifique costuras duplas/triplas, zíperes YKK robustos, ajustes no bíceps/cintura/punho e painéis elásticos nas áreas de movimento. Tudo isso melhora ergonomia e mantém os protetores no lugar quando você mais precisa.
Impermeabilização & respirabilidade. Para chuva, prefira jaquetas com membrana fixa (simples e confiável) ou removível (mais versátil) e com selo/tecnologia conhecida (ex.: Gore-Tex) ou soluções proprietárias de cada marca (D-Dry, Drystar, Hydratex). Lembre-se: impermeável “total” tende a esquentar; a respirabilidade da membrana e os dutos/aberturas de ventilação são cruciais no Brasil. (Guias de seleção de jaquetas para frio/calor em 2025 reforçam a importância de forro térmico removível e ventilação eficaz.)
3) Tipos de jaqueta por uso: urbana, touring/ADV, esportiva, custom & café racer
Urbana/Commuter
- Foco em leveza, visibilidade (faixas refletivas), ventilação e bolsos práticos. Mesh ou têxtil leve Classe A/AA com protetores EN 1621-1 são ótimas pedidas para o dia a dia no calor.
Touring / Adventure
- Procure AA (ou AAA) com membrana impermeável e forro térmico removível. Painéis de ventilação tipo “janelas” ajudam a adaptar a jaqueta do frio ao calor; conexões por zíper à calça evitam que a jaqueta suba na chuva/vento. (Modelos touring premiados em guias recentes trazem esses recursos como padrão.)
Esportiva / Naked agressiva
- Cortes mais ajustados e AAA são desejáveis; couro com elastano em pontos de movimento, costuras reforçadas e protetores Nível 2 elevam a segurança. Pense também em compatibilidade com airbags (Tech-Air®, D-Air®, etc.), via espaço interno ou sobre-jaqueta específica.
Custom / Café racer
- Couro, corte clássico e foco no estilo, mas sem esquecer classe e protetores. Procure versões com bolso para protetor dorsal EN 1621-2 e, se possível, opção de peitoral EN 1621-3.
4) Ajuste e ergonomia: caimento salva (e muito)

Proteção só funciona se fica no lugar. Cinco pontos práticos na prova:
- Ombros e cotovelos: mova os braços como se estivesse na moto. Os protetores não devem “sair” da área a proteger.
- Comprimento de mangas: ao segurar um guidão imaginário, os punhos não podem subir além do osso do pulso (lembre da sobreposição com a luva).
- Torso/cintura: ajuste para a jaqueta não “bailar” ao vento. Tiras/velcros/íris no bíceps e na barra ajudam.
- Gola: deve vedar sem sufocar. Forro macio evita irritação.
- Mobilidade: agache, vire o tronco, simule olhar para os espelhos. Painéis elásticos (stretch) e sanfonados fazem diferença enorme em conforto.
Dica de ouro: vista a jaqueta com as suas camadas usuais (segunda pele, moletom leve, etc.). Em touring, o ajuste precisa acomodar o forro térmico sem ficar folgado quando você removê-lo.
5) Ventilação e gestão térmica: calor, frio e meia-estação
- Calor intenso: mesh de qualidade (reforçada nos pontos críticos) e/ou amplas aberturas com zíper. Em trajetos urbanos, a diferença é de conforto vs. tortura.
- Frio: forro térmico removível (pode ser colete + mangas) é coringa; combine com segunda pele. Guias “cold-weather” de 2025 destacam jaquetas com liner destacável e ajustes que vedam vento.
- Chuva: membrana + aberturas seladas + gola/capuz interno (em parkas) + zíper principal com aba anti-água. Ter capas externas ainda é válido em tempestade.
6) Visibilidade e detalhes que contam
- Elementos refletivos 360° (frente, laterais e costas) melhoram sua leitura pelos motoristas.
- Bolsos internos/externos dimensionados (carteira, celular grande).
- Zíper de conexão com calça (curto e/ou 360°) previne exposição lombar.
- Reforços nos ombros/cotovelos (TPU/metal/texturizados) somam proteção.
- Costuras: duplas/triplas nas zonas de impacto; procure a informação no descritivo técnico.
- Airbag: jaquetas “Tech-Air® ready” (Alpinestars) ou compatíveis com coletes (Alpinestars, Dainese, etc.) já trazem volume/forração pensados para inflar sem restrição.
7) Marcas em alta: panorama global e Brasil

Para além de preferências pessoais, alguns nomes aparecem com recorrência em guias de melhores jaquetas e vitrines de 2024-2025 — um bom termômetro do que está “quente”:
Cenário internacional (seleção frequente em guias 2025):
- Alpinestars — forte presença em listas de “best overall/cold weather”, com linhas touring (Andes) e urban/sport atualizadas.
- REV’IT! — destaque em jaquetas mesh (ex.: Eclipse 2) e portfólio equilibrado para uso urbano/touring.
- Rukka — referência premium em isolamento/impermeabilização e conforto em longas distâncias.
- Dainese e Spidi — tradição italiana em esportivo/touring com foco ergonômico e compatibilidade com airbag.
- Klim e Rukka — muito citadas quando o assunto é ADV/touring de alto nível e climas extremos.
- Held, RST, Furygan, Icon — linhas completas, do urbano ventilado ao esportivo; aparecem em curadorias e varejos internacionais. (Compilações de 2025 listam Dainese, Alpinestars, REV’IT!, Klim, Spidi, Rukka e Held entre os “tops”.)
Mercado brasileiro (popularidade e disponibilidade):
- X11 e Texx — muito presentes em rankings e vendas, com linhas ventiladas e touring de bom custo/benefício (ex.: Super Air, Falcon, etc.).
- Tutto Moto — tradição local com jaquetas de couro e têxteis para diferentes climas.
- ASW e LS2 (linha têxtil) — opções urbanas e adventure acessíveis.
- Multimarcas / varejo — lojas brasileiras destacam catálogos com X11, Texx, Alpinestars e outras, um indicador prático do que o piloto encontra (e procura) por aqui.
Nota: “Em alta” não significa que marcas fora da lista sejam ruins; indica recorrência em premiações/curadorias 2025 e presença forte no varejo/reviews recentes — útil para começar a pesquisa.
8) Guia de compra por cenário (clima + uso + orçamento)
A) Só cidade, calor quase o ano todo
- Material: mesh reforçado (Classe A) ou têxtil leve com grandes aberturas.
- Proteção: ombro/cotovelo EN 1621-1, bolso para dorsal EN 1621-2 (faça o upgrade).
- Extras úteis: refletivos, bolsos fáceis, ajustes na manga, capuz removível (se tiver).
- Exemplos de linha: jaquetas “Air”, “Flow”, “Mesh”, “Eclipse”.
B) Cidade + rodovia, clima variado
- Material: têxtil técnico AA, membrana impermeável e forro térmico removível.
- Proteção: ombro/cotovelo N2 se possível; dorsal N2 comprado à parte.
- Extras: ventilação com zíper, gola ajustável, zíper de conexão com calça.
- Exemplos de linha: “Touring”, “Andes”, “Sand”, “Latitude”.
C) Viagens longas/ADV
- Material: têxtil de alta denier com reforços aramida/UHMWPE; Classe AA/AAA.
- Proteção: ombro/cotovelo N2 + dorsal N2; bolsos para peitoral.
- Extras: grandes “janelas” de ventilação, bolsos cargo, ajustes finos, bolso de hidratação.
- Exemplos de linha: “ADV”, “Expedition”, “Badlands”, “Rukka/laminado”.
D) Esportiva / Naked
- Material: couro ou têxtil esportivo AAA.
- Proteção: ombro/cotovelo N2 + dorsal N2; checar compatibilidade com airbag.
- Extras: painéis elásticos, sliders/TPU, gola baixa.
E) Custom / Estilo clássico
- Material: couro com costuras reforçadas (procure a classe e os bolsos para protetores).
- Proteção: não abra mão de protetores (existem forros discretos). Opção de peitoral é um plus.
F) Orçamento apertado
- Priorize classe EN 17092 + protetores EN 1621-1. Se precisar escolher, compre uma jaqueta Classe A com bom ajuste e invista num dorsal N2 — é upgrade barato que faz muita diferença.
- ✅ Jaqueta masculina de motocicleta 100% couro legítimo para homens com uma garantia vitalícia, a jaqueta de motociclista HWK oferece proteção completa da estrada com jaqueta de couro premium de 1,1 mm a 1,2 mm de espessura.
- ✅ Zíperes YKK 100% originais e botões livres de ferrugem deixarão esta jaqueta de couro preto servir para você uma vida inteira.
- ✅ Forro térmico (removível) e forro de microfibra (anexado) jaqueta de couro masculina é ideal para todos os tipos de condições climáticas.
- ✅ Armaduras aprovadas CE (removíveis) na parte de trás da jaqueta masculina de motocicleta, cotovelos e ombros. #HWK para fazer parte da nossa crescente comunidade de amantes do moto 🙂
- ✅ Qualidade máxima a um preço mínimo: Esta é uma pechincha, apostamos que você não encontrará uma jaqueta de couro de motocicleta masculina a este preço no mercado de equipamentos de proteção. Guia de tamanhos de medida do peito do corpo (cm): P 96,5 cm, M 101,6 cm, G 106,6 cm, GG 111,7 cm, 2GG 117 cm, 3GG 122 cm, 4GG 127 cm, 5GG 132 cm.
9) Check-list rápido (salve esta parte!)
Segurança
- Classe EN 17092 claramente informada? (A/AA/AAA, evite B sem protetores).
- Protetores EN 1621-1 (ombro/cotovelo) Nível 1 ou 2 — melhor se N2.
- Bolso para dorsal EN 1621-2 (e peitoral EN 1621-3, se quiser).
- Costuras reforçadas nas áreas de impacto.
Conforto & Ajuste
- Caimento não “balança” ao vento (tiras no braço/cintura).
- Mangas no comprimento correto na posição de pilotagem.
- Gola confortável, sem “beliscar”.
Clima
- Ventilação eficiente (mesh/janelas) para o seu calor.
- Forro térmico removível se você pega estrada/serra.
- Membrana impermeável real (ou capa externa para tempestade).
Funcionalidade
- Bolsos úteis e acessíveis.
- Zíper YKK; zíper de conexão com calça.
- Elementos refletivos.
Compatibilidade
- Espaço para airbag (se usar) — “Tech-Air® ready”, etc.
- Tamanho que aceite sua segunda pele/camadas.
10) Ajustes e upgrades que valem cada centavo

- Trocar protetores N1 por N2 (ombro/cotovelo/dorsal) — “barato x benefício” imbatível.
- Adicionar peitoral EN 1621-3 se seu modelo tiver bolsos frontais.
- Camelbak/bolso de hidratação, se você roda longas distâncias.
- Reimpermeabilização (DWR) periódica em têxteis; condicionador em couro.
- Cinta lombar para viagens longas — conforto e postura.
11) Prove como um piloto (dentro da loja)
Leve sua luva e simule posição no guidão. Se possível, sente na moto (algumas lojas permitem). Verifique:
- A jaqueta não abre na lombar.
- Protetores acompanham o movimento sem “sair do lugar”.
- Zíperes fecham fácil com a luva.
- Nada pinça na axila/bíceps ao virar o guidão imaginário.
Fotos no espelho de lado ajudam a enxergar proporções (barra, mangas, volume nas costas).
12) Manutenção: quem cuida, usa por anos
Couro
- Limpe com pano úmido; seque à sombra; aplique condicionador próprio a cada poucos meses.
- Evite dobrar por longos períodos; use cabide largo.
- Para chuva, prefira couro com membrana ou leve capa; se molhar, nunca use calor direto.
Têxtil/Mesh
- Lave conforme etiqueta (sabão neutro, sem amaciante quando houver membrana).
- Reative/reaplique DWR (repelência) quando a água parar de “perolar”.
- Cheque costuras e fechos periodicamente.
Protetores
- Retire antes da lavagem; não deixe no sol direto.
- Substitua após impacto forte ou se ressecarem.
- Capa de chuva com Velcros Largos
- Ajustadores Reforçados e Estilizados
- Refletivo Frontal e Traseiro
- Capa 100% à prova d água
13) Erros comuns (e como não cair neles)
- Comprar só pelo visual — sem certificação/protetores. Regra de ouro: estética + técnica.
- Tamanho grande demais — protetor sai do lugar; a jaqueta “bate” com o vento. Prefira ajuste próximo ao corpo, sem limitar movimentos.
- Ignorar o clima real — mesh no Sul no inverno não resolve; membrana sem ventilação no Norte vai virar sauna.
- Esquecer o dorsal — muitas jaquetas vêm só com “espuma”. Coloque EN 1621-2 (ideal N2).
- Não planejar upgrades — alguns modelos baratos perdem bolso para peitoral ou não aceitam airbag; pense no amanhã.
- Achar que “Classe B” basta — B não traz impacto; precisa combinar com protetores.
14) “Marcas em alta”: sugestões por perfil
Urbano ventilado (calor)
- REV’IT! (Eclipse 2) — referência em mesh equilibrada; ótima pedida para cidades quentes.
- X11 (linhas “Air/Super Air”) e Texx (linhas ventiladas) — custo/benefício no Brasil e ampla disponibilidade.
Touring/estrada/clima variado
- Alpinestars (Andes e derivadas): forro térmico removível + membrana; figurinha carimbada em guias de frio/chuva.
- Klim/Rukka (faixa premium): laminados, conforto e durabilidade em viagens longas (ADV).
Esportiva/AAA
- Dainese e Alpinestars: ergonomia, couro e compatibilidade com airbag — legado direto das pistas.
Clássico/custom
- Belstaff (heritage), Spidi, Held: couro e têxteis com visual atemporal e reforços modernos.
Onde começar a pesquisar?
- Curadorias e “melhores do ano” ajudam a filtrar (best jackets/mesh/cold weather 2025). Do lado de cá, varejistas brasileiros exibem o que roda por aqui — X11, Texx e multimarcas com linhas internacionais.
15) Perguntas rápidas (FAQ da vida real)
“Preciso mesmo de dorsal e peitoral?”
Dorsal sim — é um dos upgrades mais importantes. Peitoral agrega, sobretudo em uso mais esportivo/outras exposições. Procure EN 1621-2 (dorsal) e EN 1621-3 (peito).
“Nível 2 faz diferença?”
Sim: transmite menos força ao corpo nos impactos. Se couber no bolso (e na jaqueta), vale.
“Classe A já é segura?”
Para urbano, pode ser. Mas combine com protetores EN 1621 (e dorsal!) e priorize bom ajuste. Para estrada, AA costuma ser o mínimo ideal.
“Vale pagar mais num laminado (impermeável)?”
Se você roda muita chuva/estrada, sim. A praticidade de não depender de capa compensa, e a ventilação dos modelos 2024-2025 está melhor que no passado.
“Compro couro ou têxtil?”
Se a prioridade é sensação, proteção contra abrasão e durabilidade, couro. Se é versatilidade climática e leveza, têxtil — de preferência AA com bons protetores.
16) Roteiro de decisão em 7 passos (do zero à jaqueta certa)
- Define teu uso principal (urbano/estrada/ADV/esportivo).
- Clima predominante (calor, frio, chuva).
- Escolhe a classe mínima (A urbano; AA estrada/ADV; AAA esporte).
- Confere protetores (EN 1621-1 N1/N2; dorsal EN 1621-2; peitoral opcional).
- Testa o ajuste em posição de pilotagem, com suas camadas.
- Checa recursos (ventilação, forro térmico, membrana, refletivos, zíper de conexão).
- Planeja upgrades (dorsal N2, peitoral, compatibilidade com airbag).
17) Estilo não fica de fora (mas a técnica manda)
Depois de cumprir a lição de casa técnica, aí sim brinque com estética:
- Pretos/cinzas alongam a silhueta e combinam com tudo; verdes terrosos e azuis quebram o óbvio em touring/ADV.
- Em custom/café racer, couro marrom com pespontos e golas mais altas complementam o visual sem sacrificar proteção.
- No urbano, jaquetas all-black com recortes e refletivos discretos fecham com coturnos e jeans bruto.
18) Fechando a viseira: o que você leva deste guia
- Segurança manda no jogo: busque EN 17092 clara e EN 1621 nos protetores — idealmente Nível 2. Moto Centralsatra.com
- Material certo para o seu clima: mesh em calor; têxtil com forro/impermeável na estrada; couro para proteção absoluta/esportivo.
- Ajuste perfeito = proteção de verdade: protetores no lugar e jaqueta estável.
- Marcas em alta ajudam a orientar a busca (Alpinestars, REV’IT!, Dainese, Rukka, Klim… e, no Brasil, X11 e Texx aparecem forte em listas/vendas).
- Upgrades inteligentes (dorsal N2, peitoral, airbag) potencializam qualquer jaqueta.
No fim, a melhor jaqueta é aquela que você realmente usa — porque veste bem, protege, ventila quando tem que ventilar e segura a bronca quando o tempo vira. Com o que você aprendeu aqui, dá para escolher com segurança, sem cair em ciladas de “parece técnico, mas não é”. Agora é só ajustar o protetor, fechar a gola e rodar.

Henrique Smith é um entusiasta da moda masculina, desde roupas até cortes de cabelo. Em seu blog, ele compartilha dicas e tendências para ajudar outros homens a encontrar ou aprimorar seu estilo próprio. Com um olhar moderno e prático, Henrique se tornou uma referência para aqueles que buscam expressar sua individualidade através do estilo.






